"Seis toros de Jandilla, variados de hechuras y comportamiento. Con genio y problemas los tres primeros, de menor presencia. El primero, manejable, el segundo violento y el tercero enrazado y vibrante. Cuarto y quinto blandos y nobles. Sexto manso y manejable. Justos de terapio menos al cuarto con más plaza y romana.
Luis Francisco Espiá, que sustituía a Cayetano, ovación (pinchazo y estocada) y oreja (corta atravesada). El Juli, silencio (pinchazo y tres descabellos) y oreja con petición de la segunda (estocada trasera y descabello). Daniel Luque, oreja (estocada trasera y ladeada) y ovación (estocada). Coso de Llumbe, cuarto festejo, más de media entrada en tarde de sol."
Mais que um simples "esporte", a tourada ("corridas de toros") é um acontecimento social na Espanha, que merece destaque de pelo menos uma página inteira no jornal diário, além de matérias de fofocas sobre a vida pessoal dos toureiros mais famosos nas revistas "Contigo" da vida (aqui chamadas de "revistas de corazón"). Dada a importância, é natural que ao longo do tempo se tenha desenvolvido um linguajar próprio desta tradição (assim como acontece no futebol, com termos como rolinho, carretilha, bicicleta e outros tantos).
O trecho reproduzido acima é um resumo de uma tarde de tourada em San Sebastián (aquela mesma das praias famosas, que fica no País Vasco). Primeiro se descrevem os touros e sua "atuação". Touros mansos e tontos são odiados por aqui, sendo vaiados e xingados efusivamente pelos fanáticos. Se informa também qual o criador do touro, neste caso Jandilla. E logo passamos ao desempenho dos toureiros, onde se descreve como mataram o touro: "estocada" (enfiar a espada ou o estoque no touro causando-lhe uma feriada mortal), "pinchazo" (tentativa de estocada que termina por não ser mortal), "descabello" (enfiar a espada na nuca enquanto o touro ainda está de pé, matando-o instantanemante) e como sua atuação foi recebida pelos "torcedores": ovación (aplausos) ou orejas (quando a atuação é muito boa se costuma cortar a orelha do touro já morto, trabalho reservado ao ajudante do toureiro - parte de sua "cuadrilla").
Mais que um simples "esporte", a tourada ("corridas de toros") é um acontecimento social na Espanha, que merece destaque de pelo menos uma página inteira no jornal diário, além de matérias de fofocas sobre a vida pessoal dos toureiros mais famosos nas revistas "Contigo" da vida (aqui chamadas de "revistas de corazón"). Dada a importância, é natural que ao longo do tempo se tenha desenvolvido um linguajar próprio desta tradição (assim como acontece no futebol, com termos como rolinho, carretilha, bicicleta e outros tantos).
O trecho reproduzido acima é um resumo de uma tarde de tourada em San Sebastián (aquela mesma das praias famosas, que fica no País Vasco). Primeiro se descrevem os touros e sua "atuação". Touros mansos e tontos são odiados por aqui, sendo vaiados e xingados efusivamente pelos fanáticos. Se informa também qual o criador do touro, neste caso Jandilla. E logo passamos ao desempenho dos toureiros, onde se descreve como mataram o touro: "estocada" (enfiar a espada ou o estoque no touro causando-lhe uma feriada mortal), "pinchazo" (tentativa de estocada que termina por não ser mortal), "descabello" (enfiar a espada na nuca enquanto o touro ainda está de pé, matando-o instantanemante) e como sua atuação foi recebida pelos "torcedores": ovación (aplausos) ou orejas (quando a atuação é muito boa se costuma cortar a orelha do touro já morto, trabalho reservado ao ajudante do toureiro - parte de sua "cuadrilla").
O que me diz disto?
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Abrax