martes, 25 de agosto de 2009

Ainda sobre línguas, restrições...

Ainda sobre línguas, restrições e direitos: dia 1 de setembro entra em vigor na Eslováquia uma lei que obriga os húngaros (representam mais ou menos 10% da população) a falar eslovaco em público. Quem desobedece-la será obrigado a pagar uma multa que pode chegar a €5000. Justificativa: no sul do país, região na qual algumas cidades tem maioria húngara, os eslovacos estavam sendo pressionados a aprender húngaro (magyar, uma língua incompreensível). Além disso, respondendo às críticas dos políticos húngaros, o governo eslovaco disse que na época do império Austro-Hungaro os Habsburgo haviam feito o mesmo (mas em direção contrária, claro).

Imaginem como teríamos um "mundo melhor" se todos resolvessem cobrar as gerações atuais por problemas históricos...

Viajando até a América do Sul, não chega a surprender, mas em 2008 o "gênio" Evo Morales teve uma iniciativa digna dos mandatários populistas de esquerda que transbordam na América do Sul: visando "descolonizar" a Bolívia, criou as 3 primeiras universidades indígenas do país, "rebaixando" o espanhol ao mesmo nível do inglês, ou seja, de língua estrangeira. Nestas universidades as aulas serão em aimara, quechua e guaraní. Muito "inteligente" criar diferenças entre os habitantes de um mesmo país. Facilita a comunicação e incentiva o sentido de nação, fazendo com que todos remem para o mesmo lado...

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